Rede de Juventude

Porque Dialogar e Pacificar é Sustentável !

Membros

  • Dj Branco
  • Marcelo Ottoni Nepomuceno
  • BETO VALE
  • AESP - AÇÃO ESPERANÇA
  • flair martins
  • Fátima
  • INSTITUTO CIVIS
  • tfpc
  • Michelle Sousa Prata
  • Julia Roberta Felix da Silva
  • Fernando Assis de Freitas
  • Aderivaldo Cardoso
  • Karen Freitas
  • Maria Madalena Prybicz
  • Nilton Silva
  • João Paulo
  • ANDRÉIA APARECIDA DE JESUS
  • doc.CRIANÇA
  • everardo  de aguiar lopes
  • Keller Apolinario Rosa da Silva

<\/p> A REDE DA JUVENTUDE é um espaço democrático de conexão e interação entre PESSOAS em favor de estudos e mudanças na relação entre a Juventude, sociedade e o Estado. VALE LEMBRAR que não somos uma organização hierárquica nem uma articulação centralizada ou descentralizada de ONGs, instituições públicas ou organizações formais. Em última instância, somos “apenas” PESSOAS (Jovens de idade e de Espírito), conectadas em REDE que cooperam entre si para desenvolver com LIBERDADE os temas referente à juventude em favor da JUVENTUDE por consequencia da sociedade num todo.

<\/p> As PESSOAS<\/b> aqui conectadas devem compartilham voluntariamente seus conhecimentos, divulgar e aplicar os produtos que desenvolveramEssa é uma iniciativa baseada na defesa intransigente da JUVENTUDEcomo necessidade fundamental para a prosperidade e sustentabilidade socioambiental de toda sociedade. Seu caráter é propositivo e APARTIDÁRIO tendo como objetivo estratégico UNIR forças dentro de um trabalho cooperado com os segmentos da sociedade em torno do aperfeiçoamento continuo das ações em favor principalmente do desenvolvimento integral dos jovens. Resumindo a proposta e conectar pessoas com compatibilização de interesses comuns solidários, com liberdade, facilitação e ampliação dos espaços de interação, comunicação e participação sóciopolítico, visando assim criar um: “Sistema organizacional capaz de reunir indivíduos, lideranças, membros de organizações dos setores da sociedade brasileira como internacional de forma integrada, democrática e participativa, com propósito de transportar cada vez mais os jovens da situação de GRUPO DE RISCOpara PROTAGONISTAS de SOLUÇÕES eficientes e criativas em prol do desenvolvimento da sociedade num todo desde os níveis individuais/locais como coletivos/macros.

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Valem aqui alguns ensinamentos colhidos na Escola-de-Redes. De certo modo, a Rede da Juventude também é uma escola de redes. Veja abaixo:

ESTAMOS TODOS APRENDENDO

Ainda estamos todos aprendendo a usar esta ferramenta de interação. Na verdade, estamos aprendendo a interagir em rede distribuída. Eis uma lista tentativa desses aprendizados:

1) Aprendendo a fazer um esforço coletivo de focalização no assunto que nos conecta. Não importa se um outro assunto é urgente ou relevante, se achamos que dele depende o futuro da humanidade ou a salvação da espécie humana. Se não tiver uma relação com os nossos temas não devemos publicá-lo aqui em uma mensagem de blog, ou em um vídeo ou foto (muito menos abrir um fórum ou propor um grupo).

2) Aprendendo a dar a própria opinião em vez de querer pautar os outros. Sendo o assunto pertinente , devemos preferir sempre publicar uma mensagem de blog a abrir um fórum.

3) Aprendendo a confiar nos processos que ocorrem nas redes, deixando primeiramente fluirem ao invés de planejar.

4) Devemos desistir de ficar procurando um jeito de organizar melhor as coisas , de fazer um planejamento a partir da idéia de que nenhuma articulação na base do espontaneísmo pode funcionar. Sobretudo não devemos tentar introduzir, nem mesmo por motivos pedagógicos, qualquer tipo de centralização (seja qual for o eufemismo encontrado para designá-la, como, por exemplo, grupo de coordenação ou facilitação).

5) Aprendendo a deixar certos interesses particulares de lado. Não devemos usar os instrumentos de publicação do site para fazer propaganda partidária ou empresarial nem, muito menos, para vender nossos livros ou vídeos ou cursos ou serviços de consultorias ou divulgar nossos próprios eventos (a menos que eles tenham relação explícita com os propositos da rede).

6) Aprendendo a interagir com as pessoas: uma-a-uma (peer-to-peer, P2P). Não devemos, jamais, replicar a mesma mensagem nas páginas pessoais dos conectados (como quem faz panfletagem). A panfletagem virtual em uma rede distribuída é uma tentativa de manipulação (que, além de tudo, é inócua).

7) Aprendendo a fazer as coisas de graça. Interagir pelo prazer de interagir, de ajudar, de cooperar, sem ter em mente a satisfação de um interesse específico, parece exigir um aprendizado. Compreender que fazer rede é fazer amigos – e que essa não é uma perspectiva romântica ou um ponto de vista ingênuo – confronta o aprendizado organizacional que obtemos nas organizações hierárquicas, mas parece ser fundamental no netweaving de redes distribuídas.
 

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